terça-feira, 22 de maio de 2012

Dica do blog: conheça os tipos de tomates


O tomate é um alimento universal e integra o cardápio de quase todos os países Segundo informações, o tomate surgiu na América do Sul, na região da cordilheira dos Andes, que envolve Peru, Chile, Equador e Colômbia. O fruto foi levado para a Europa entre os séculos 15 e 16, no período das Grandes Navegações.
Em molhos, saladas, drinques e até mesmo puro, o tomate é quase uma unanimidade na cozinha. Difícil achar quem não goste desse fruto vermelho com centenas de variedades disponíveis no mercado mundial.
Cereja, pera e sweet grape (uva doce, em inglês) são as três espécies nanicas mais comuns encontradas no Brasil. As duas últimas variam do tomate-cereja, cujo sabor é mais ácido e a polpa é quase inexistente para fazer caber ali dentro uma infinidade de sementes. Por causa dessas desvantagens, produtores apostaram no cultivo de outros tipos, mais carnudos e doces, cativando o paladar da maioria das pessoas, inclusive das crianças.
Entretanto, no Brasil, os tomates mais comuns são Débora, Carmem, caqui, italiano, holandês – ou em cachos –, momotaro, cereja, pera e sweet grape. Desses, o menos apetitoso é o Carmem. É um fruto modificado, classificado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) como “longa-vida”. Não é vendido “na caixinha”, mas é quase como se fosse. Afinal, foi planejado para resistir ao impacto do transporte e para durar mais tempo na feira, no supermercado e na sua casa, podendo sobreviver, fora da geladeira, por mais de 15 dias.
Apesar da vantagem aparente, o Carmem perde inúmeros pontos nos quesitos sabor e aroma. Quase não tem gosto, é branquicento por dentro e mais ácido – impossível fazer um molho com ele. Por causa disso, costuma ser usado em saladas bem temperadas.
Conheça os tipos de tomates e utilize melhor suas espécies na cozinha.

SAÚDE À MESA
Fonte em Licopeno, substancia antioxidante que combate os radicais livres e retarda o envelhecimento dos tecidos, segundo pesquisas recentes o Licopeno age na prevenção de diversos tipos de câncer, inclusive o de próstata. É ele que confere a cor vermelha ao tomate e pode ser encontrado em menor quantidade na melancia, goiaba, morango e no mamão. Quanto mais intensa a cor do tomate, mais rico em licopeno ele será. Por ser uma substância carotenóide, o licopeno é melhor absorvido na presença de gorduras monoinsaturadas, a gordura saudável. Por isso, sempre que for preparar ou comer algo a base de tomates acrescente 1 fio de azeite de oliva extra virgem.



FONTE: Pesquisa

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